sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Ficção, meu bem, o melhor

Pergunto-me por que levar tudo a sério. Por que se irritar com mesquinharias desse mundo. Bem talvez elas dêem sentido à merda que é sua vida! Perdi meu eixo – o mundo perdeu o seu, por que não desistiria do meu?

Só a ficção me conforta, sem ela, encontro-me morta! Sem rumo – sem ter com que sonhar, é difícil explicar para quem não sabe sonhar.

Confusões alucinógenas – medo de perder a sanidade. Será que nessa idade é normal?

Há coisas que não se pode evitar por todo sempre – assim como não existem finais felizes para sempre.

Reabasteço-me a cada boa história, inspiro-me, e quanto mais palavras aqui escrevo, menos consigo explicar . Desaponto-me, sou a única? Não posso ser tão singular, sinto-me como se fosse.

Encontro-me em uma esfera onde tudo é permitido, menos matar ou morrer

2 Faça sua arte:

Joana disse...

Acho, realmente, que isso é mal de jornalista. Única explicação, não conheço nenhum que seja normal.
Nem eu.

;D

Alan Vignoli disse...

"Reabasteço-me a cada boa história, inspiro-me, e quanto mais palavras aqui escrevo, menos consigo explicar".O que seria de nós sem a fantasia? quanto às explicações, deixa pra lá, são só momentos de falta de lucidez (ou excesso dela).


" não conheço nenhum que seja normal." Putamerda, será que estou no caminho certo? heheheh

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